Caros,
Não estou mais trabalhando em Fortaleza.
Mas atendo pelo internet, com aulas à distância.
Entrem em contato pelo email teresapontocom@gmail.com ou pelo nome Skype teresapontocom!


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Enjoying English - Silly jokes

I am not usually one to reproduce material I find on te Internet, but a friend of mine sent me these jokes as a gift for my birthday (I would really rather get a Play Station...) and I laughed really, really hard. Partly because they are as silly as can be.

Here, for the advanced students who have finished their homework: time to have some fun out of English! Hooray!



segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Escrever redações: sobre autoconhecimento e aprendizado

Parece óbvio mas não é: reler o texto pelo menos uma vez é fundamental
para a boa qualidade do seu texto e para seu aprendizado.

Esses dias eu estava dando aula para um grupo grande de adolescentes, de várias idades, no segundo ano de estudo de inglês e eles precisavam me entregar uma redação em inglês. O tema era um tema genérico, do livro deles mesmo, simples, e os alunos não estavam treinando para nenhum exame específico - era só uma redação "de rotina".

Mas a habilidade de escrever, em qualquer língua, na materna ou na estrangeira, é largamente taken for granted na nossa cultura escolar e, como eu faço dobradinha como professora e revisora de textos - ou seja, eu trabalho com os dois lados do problema da produção de texto -, eu não posso, me recuso, não consigo deixar passar uma oportunidade de trabalhar habilidades de escrita.

Pedir para um aluno em idade escolar "me escreva um texto sobre tal e tal e me traga semana que vem porque vale nota" não trabalha habilidade nenhuma, não tem propósito, é um exercício vazio. O texto sempre tem que ser produzido para atender a um exercício definido e claro, seja ele simples - para alunos que estão começando no general english - ou complexo - para alunos que precisam produzir essays para o IELTS, por exemplo. O aluno ao produzir um texto sempre tem que ter um task que ele tem que completar.

Como minha turma era grande e heterogênea, não tinha muito como tentar operar milagres e eu resolvi focar em uma tarefa - uma só - simples, pequena e objetiva... e que faz um mundo de diferença. Eu enfatizei para os alunos que era importante que eles lessem o texto produzido pelo menos uma vez antes de entregar.

Eu sei que parece besteira, mas, me acreditem, não é. A gente que ganha a vida lendo texto alheio consegue identificar em cinco segundos um texto que foi produzido às pressas e que o autor não releu antes de entregar. É um dos problemas mais frequentes. Talvez eles nunca tenham tido um professor que tenha apontado para eles a necessidade de reler o texto que a gente escreve pra ver se está tudo certo, se as coisas fazem sentido. Eu tive. E meus alunos também.

Especialmente quando a gente está escrevendo em língua estrangeira, em uma língua em que a gente ainda não tem muita segurança, é extremamente necessário reler o texto. Se o aluno for bom mesmo de caneta, mesmo assim a gente sempre deixa passar pequenos erros, a por an, work por works e coisas assim. Mas se a escrita não for o forte do sujeito - e isso é mais a regra que a exceção - então a pessoa pode simplesmente deixar passar frases incabadas, orações sem sujeito, mudanças de assunto no meio da sequência de pensamento.

Quando o aluno de inglês transforma em hábito o exercício de reler o texto produzido, ele passa a se conhecer melhor: ele aprende quais são seus pontos fracos - o que ele deve trabalhar enquanto estiver em momento de estudo e preparação e o que ele deve evitar quando estiver em situação de exame.

Saber quais são nossos pontos fracos em inglês pode nos colocar no controle do nosso aprendizado. Nós sabemos por nós mesmos o que devemos trabalhar, pesquisamos, perguntamos - e superamos a dificuldade. Isso é aprendizado. Essa atitude de tomar responsabilidade sobre o próprio aprendizado é fundamental para que o aluno se torne um falante eficaz de inglês.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Relatively illiterate - learning to read in a foreign language

Be confident and learn to cope with difficulties when first learning to read in English

One of these days, my boyfriend was upset because we would have to wait some time in a line and he was bored. I handed him my book and said, as a joke, "Here, read this." He looked at the book. It was Le deuxiéme sexe, by Simone de Beauvoir, obviously, in the original French, and he said, annoyed, "I can't read this! I'm illiterate!"

Of course he is not illiterate. He is a chemist and he quite enjoys reading about... cars and football! Haha! But what he said got me thinking.

Illiterate is what we call people who can't read and write, like small children or people who never had any access to education. However, there are many levels of literacy. We are all too well informed of the great number of students who end the first years of schooling without being able to properly handle text interpretation questions in an exam prepared for their grade.

In my experience, I have noticed that literacy is not really something a person achieves and that's that, "now I'm literate." It's more like a process. Everytime I have to approach a new kind of text it's a new experience on learning how to read. It was so when I first attempted reading in English, and then again all new, and hard, and different, when reading French for the first time.

It has been twelve years since I read my first novel in English - a Jane Austen book I bought in a Laselva bookstore in São Paulo in great awe that it should be so easy to find a book in English in a big city (I come from a small town myself). I just reread it, not three days ago, and that's what got me in the mood for writing this post. During these years I have been absolutely in love with American (and some English) literature, reading halfway through the English language fiction library at Unicamp, where I got my BA.

But then I grew bored of fiction and wanted to read something different. I thought I'd try a little History and Social Sciences, maybe just a tad of Economics - how hard could it be?

It shocked me that I could not go through 100-200 pages a day, like I did with fiction. It was a much harder reading: if you could not really understand an argument, you would be unable to follow to the next one and make sense of it. I had to go back on the text lots of times.

To tell you the truth, when I first sat with my (the library's, actually) copy of Formação econômica do Brasil, I felt perfectly illiterate. It took me some failure and time dealing with that failure to realize I had to give it time, to get used to reading something completely new (I never really did), and shortly the reading would flow (it never did - studying remains something absolutely hard for me).

(But I don't feel like I'm failing at reading Celso Furtado and Darcy Ribeiro anymore.)

My point is when you're trying to read something new for the first time - whether it is a new language or a new type of text -, much like a child learning to read for the first time, you have to be ready to deal with some failure. You have to be prepared to ignore your failure to understand some things and move forward, and hope the blanks will be filled out later, as your get more information from the text, and if it doesn't, then you'll just have to go right back and start over.

It was 2001 when I read that first Jane Austen novel. It took me the year to finish it. But by 2007 I was writing a dissertation on William Faulkner's fiction. And that dude is a crazy writer. (Take a looksy here.)

That goes to say that, if you stick with it, if you want it bad enough and achieve the first difficulties of re-learning how to read, you just might get pretty good at it.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

IELTS - O que é e pra quem serve?

Prepare-se para ótimos resultados no IELST com aulas preparatórias particulares em Fortaleza.

O IELTS - International English Language Testing System - é um exame de inglês feito pela Cambridge-ESOL que mede seu nível de inglês. Ele é diferente de outros exames de Cambridge, como FCE ou o CAE (veja aqui a lista completa dos exames de Cambridge), porque estes te certificam um certo nível de inglês se você passar no exame. No IELTS não há "aprovação", você simplesmente recebe uma nota que vai informar as instituições sobre sua efetiva habilidade com o idioma.

Veja que eu disse que o IELTS serve de informação para instituições. Este exame geralmente faz parte do dossiê de documentos que você manda ou para uma instituição de ensino para candidatar-se a ela ou para autoridades de imigração quando você quer se mudar para um país de língua inglesa. Para usar o certificado para fins de comprovação de qualidade de inglês no seu currículo, por exemplo, um outro certificado Cambridge-ESOL seria mais adequado, dependendo a escolha do seu nível de inglês.

Composição da prova
O IELTS é composto de quatro seções: Listening, Reading, Writing e Speaking. Existem duas versões da prova IELTS, uma chamada Academic e outra, General Training. A Academic geralmente é cobrada de alunos que vão cadidatar-se a vagas no ensino superior para graduação ou pós-graduação (undergraduate and graduate - or postgraduate - studies, in English). A versão General Training normalmente é requisito para documentos de imigração ou para matrícula em estudos não universitários.

Se você tiver um IELTS General Training válido, mas depois decidir estudar em uma escola que exija IELTS Academic dos alunos estrangeiros, será preciso refazer a prova.

Tanto a prova de listening quanto a de speaking são iguais tanto para candidatos da versão Academic quanto para os da General Training. A diferença está nas provas de reading e de writing, isto porque, de acordo com os pesquisadores de Cambridge, somente são necessárias habilidades linguísticas mais desenvolvidas para estudantes universitários em situações que lidam com texto: ler (mais conhecido como estudar) e escrever (mais conhecido como fazer provas e lição de casa).

Exame IELTS Academic e General Training.
Note que as seções Listening e Speaking são iguais para os dois.

Concretamente, a diferença está nos gêneros textuais e na dificuldade mesmo do texto. Na seção Writing, para a versão Academic o candidato vai precisar escrever a interpretação de informações oferecidas em forma de gráficos e tabelas, para a primeira tarefa, e, para a segunda, deverá escrever um artigo. Os candidatos do General Training escreverão uma carta na primeira tarefa e um ensaio na segunda. (Um ensaio é um gênero mais opinativo que um artigo, mas ambos exigem que o candidato apresente uma argumentação com encadeamento lógico no texto produzido.)

Na seção Reading, os gêneros também podem ser diferentes, mas é a fonte do texto e a função da linguagem nos textos apresentados que realmente diferenciam as duas versões. Além disso, os textos da prova de reading para General Training são mais fáceis, pois pressupõem um leitor que tenha um nível de inglês na faixa de pontuação de 3 a 6 no IELTS. Já a Academic pressupõe um leitor na faixa de 5 a 8 pontos.

Validade
Ao contrário do TOEFL, que expira em dois anos, o IELTS não tem prazo validade. Em teoria.

Sabe-se que a habilidade em língua estrangeira de um estudante cai muito quando ele para de estudar e de se expôr à língua. É o famoso "já esqueci o que eu aprendi". Por isso, Cambridge sugere para as instituições que usam o IELTS como prova de inglês que não aceitem resultados com mais de dois anos sem uma prova de que o aluno tem se esforçado para manter ou melhorar seu nível de inglês. Isso quem vai decidir é a própria instituição. Se você tem um IELTS antigo, entre em contato com a instituição ou autoridade competente para saber se será preciso providenciar outro. IELTS são caros, vale mesmo a pena fazer o contato pra evitar ter de fazer outra prova.

Nota
A nota do IELTS corresponde ao desenvolvimento da sua habilidade em inglês. Ela varia de 1 a 9 (0 é para quem não compareceu ao exame) e, quanto mais alta, melhor seu inglês. As universidades de Cambridge e Oxford - as mais populares do Reino Unido - exigem um resultado mínimo de 7,0 no IELTS (veja aqui outra notas mínimas para universidades). A imigração do Canadá exige um resultado de no mínimo 6,0, na modalidade General Training (e aqui notas exigidas para imigração).

O sistema notas do IELTS: 9-band scale.

Já foi discutido como avaliar seu nível de inglês de acordo com o Common European Framework of Reference. Se você quer ter uma ideia de qual é seu nível atual em relação ao sistema do IELTS, verifique esse quadro comparativo desenvolvido pelos próprios pesquisadores do IELTS. Note que os dois sistemas não têm correspondência exata, pois avaliam coisas diferentes e populações diferentes para propósitos diferentes, pois isso as linhas limítrofes são curvas e indefinidas. Essa é uma relação aproximada baseada em pesquisas promovidas pelas pesquisadores de Cambridge.

Relação entre os níveis do CEFR e as notas do IELTS.

Comece a se preparar
O site do IELTS está repleto de informações sobre o exame. Sério, é lindo de se ver. Essa é uma das vantagens que o IELTS tem sobre o TOEFL: existe muito mais informação e material disponível (o que pra mim comprova o maior profissionalismo dos examinadores de Cambridge - mas sabe-se que os americanos (o TOEFL é americano) nunca foram especialmente fortes em linguística). Não importa se você é um candidato, um teacher ou um pesquisador de ensino de inglês como língua estrangeira (EFL), o ielts.org vai te proporcionar algumas interessantes (e profícuas) horas de leitura.

Clique aqui para baixar a brochura desenvolvida para candidatos do IELTS (também disponível no site) e se informar mais detalhadamente sobre o exame.


Para uma preparação acompanhada de uma professora certificada por Cambridge, bem informada sobre a prova e com bastante material de estudo, entre com contato comigo. Teacher Teresa, aulas particulares preparatórias para o IELTS em Fortaleza.


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sexta-feira, 19 de julho de 2013

Começar de novo - false beginners

Recomeçar os estudos de inglês pode ser uma experiência
significativa com a teacher Teresa - aulas em Fortaleza

Tem gente que já começou a estudar inglês antes, há algum tempo, e parou, teve que parar ou não quis continuar. Eu entendo a situação - mesmo. Eu já tentei tirar minha carta de motorista não uma, nem duas, mas três vezes, sem sucesso. E não é que eu bombo na prova prática - eu nunca nem cheguei na prova prática. Só nunca deu certo.

Mas acontece que eu preciso dirigir, e você precisa saber inglês, não é? A gente convive com a sensação de que tem um compromisso pendente e um dia, bravos, resolvemos recomeçar.

Só que recomeçar tem um negócio muito chato que é ter que refazer passos já anteriormente cumpridos. Atenção porque o seguinte é o que acontece com muita gente que já "começou inglês várias vezes" sem sucesso com a continuação: o aluno fica entendiado com ter que estudar outra vez o que já estudou, fica achando que inglês é aquilo sempre, ou bate de frente com a mesma dificuldade que tinha antes e decide que inglês não é pra ele, e desiste, e larga o curso de novo.

Tem tanta gente nessa situação que há um nome para o "nível" que eles representam, que as escolas (responsáveis) usam para organizar as turmas: false beginners - falsos iniciantes, gente que vai cursar o nível iniciante mas que já estudou inglês antes.

Se este for seu caso, talvez entender o que está acontecendo possa te ajudar a superar os primeiros momentos do retorno aos estudos de inglês.

Por que você precisa estudar de novo o que já estudou antes?
Porque o mais provável é que você tenha esquecido, talvez não tudo, mas alguma parte. Seu professor quer ter certeza que você consegue usar as estruturas básicas porque é com elas que ele vai trabalhar as próximas. A função de rever o que já se estudou é fazer você se dar conta daquilo que sabe e te colocar no controle dessas estruturas.
Encare como uma oportunidade de falar. Se você realmente já sabe usar aquilo que o professor está te reapresentando, use, e fale - pratique seu speaking e sua boa pronúncia.

Tem muita coisa nova pela frente
Não fique achando que inglês é só aquilo mesmo que você já viu várias vezes, na escola, naquele curso antigo, naquela outra escolinha da moda... Tem muita, mas muita coisa mesmo pela frente. Desafios like you wouldn't believe it.
Minha teoria pessoal é que falar inglês é divertido. Usar línguas estrangeiras é divertido. Igual aquele seu amigo marombeiro que te jura que malhar é prazeroso? Aprender uma língua estrangeira também é. Mas como seu amigo marombeiro, você também vai precisar encarar alguns momentos difíceis para que a experiência toda tenha sentido. Dê o melhor de si e confie nos resultados.

Sobretudo, não largue o curso antes de ultrapassar o ponto em que você desistiu da última vez
Pois é a partir daquele momento que o esforço de recomeçar vai passar a dar frutos e ter sentido. Não se engane, o tempo que você já estudou antes vai ser útil sim, e vai te ajudar a completar bem a fase de beginner. Quando você menos esperar, seu inglês vai começar a se desenvolver e vai ser cada vez mais fácil pra você falar inglês.

Uma boa professora de inglês, nesse processo, pode fazer toda a diferença, pois pode te proporcionar uma experiência diferente daquela que você teve antes com o mesmo nível de inglês, evitando que você se entedie e garantindo que haja aprendizado novo no conteúdo repetido.

Para aulas significativas com uma professora bem preparada, aqui em Fortaleza, estude com a teacher Teresa.

domingo, 24 de março de 2013

Food blogs

Redescubra seus interesses lendo blogs em inglês
para falar inglês melhor sem perceber que está estudando

É minha firme e experimentada opinião que o aprendizado de língua estrangeira está diretamente relacionado ao tempo de exposição do aluno à língua. Isso significa que quanto mais tempo você passar em contato com o inglês, melhor e mais rápido você vai aprender.

Comigo, a exposição crítica foi em horas de leitura de ficção americana. Romance, novela, contos, poesia e teatro, I've read it all, compulsivamente. Mas sejamos realistas, ler livros é o passatempo preferido de muito pouca gente. Mas há outras coisas para ler e, se você está aqui, é provável que a gente tenha em comum o gosto pela leitura de blogs.

Achar um assunto que te interessa e passar um tempo lendo blogs escritos em inglês pode te ajudar muitíssimo com seu aprendizado. Você começa a ter uma compreensão melhor da estrutura das frases em inglês, quando se expõe bastante à leitura, sem precisar estudar gramática, como está acostumado. Além disso, os benefícios para o vocabulário são evidentes.

Para mim, um dos meus assuntos preferidos em blogs é comida. Eu gosto tanto dos blogs gourmets, que fazem aqueles pratos lindos, com ingredientes que eu nunca acho e técnicas que eu não domino, quanto dos do tipo saudável e rápido, que geralmente têm influência direta sobre minha dieta e meu cardápio.

Hoje eu quero dividir com vocês alguns blogs gringos que eu gosto. É uma indicação de o que ler, se você estiver interessado em food blogs, ou um simples encorajamento para você procurar blogs gringos dos assuntos que te interessam para exercitar seu reading.

Uma coisa que eu descobri, blogwalking, foi que entre os food bloggers há dois talentos que precisam ser dominados: preparar o prato e fotografá-lo! Estes blogs todos que eu listei têm fotografias fantásticas. Vale a pena dar uma olhadinha só pelas imagens!

Annie's eats
O Annie's eats é um dos meus blogs preferidos. Ela faz um estilo mom, o que significa que o blog dela é sobre cozinha cotidiana, para manter a família saudável e feliz. Eu não sou uma mom, mas esse estilo homemaker me atrai bastante.

101 cookbooks
O 101 cookbooks me impressionou pelas imagens, que seguem uma linha estética bem definida e dá vontade de ter a cozinha igual! A proposta dele é uma cozinha saudável, que faz minha linha.
(A foto de abertura do post foi tirada desse blog.)

Whipped
O Whipped tem uma proposta muito bacana, que é expandir o paladar na cozinha vegetariana. Eu não sou vegetariana, assim como o Whipped também não é, mas eu como vegetais, e você também, então por que não fazer receitas especiais só com eles?

Martha Stewart
A musa das homemakers, o site dela não é exatamente um blog, nem é apenas sobre comida, mas é um dos meus preferidos.

Ah, um aviso. Os blogs sobre comida estrangeiros servem mais para inspiração do que para copiar as receitas, muitas vezes. Isso porque nem sempre os ingredientes que se encontram lá são fáceis de encontrar aqui (blueberry no Ceará? já é difícil achar strawberry...), os cortes de carne são diferentes, a infinita variedade tipos de creme de leite confunde etc.

Se você já gosta de ler em inglês, mas precisa de ajuda para falar com mais desenvoltura e escrever com mais qualidade, estude inglês em Fortaleza com a teacher Teresa.

domingo, 17 de março de 2013

Mantenha-se motivado e não abandone os estudos de inglês

Mantenha-se motivado para continuar a estudar inglês.
Troque seu curso monótono por uma professora particular!

Saber inglês é um imperativo do marcado de trabalho, todo mundo sabe disso. Entre os adultos, a grande maior parte dos alunos está estudando inglês para melhorar as chances de arrumar um bom emprego, conseguir uma promoção ou por "encorajamento" do empregador (existem empresas que precisam tanto que a equipe fale inglês que estão dispostas a pagar pelo curso do funcionário - mas não é uma gentileza, é uma exigência, e os alunos nessa situação têm que aprender ou encontrar outro trabalho).

Por isso você começou a estudar inglês. Umas cinco vezes.
Mas ir para o curso uma ou duas vezes por semana, fazer a lição de casa, preocupar-se com provas, entender que diabo é um advérbio e coisas assim acabam desmotivando o aluno, que desiste e resolve empregar melhor o tempo da aula de inglês para ir à academia, ou ao bar.

Eu não vou mentir pra vocês, aprender inglês é hard work, trabalho duro, ou pelo menos alguns dias parece ser. Por isso, resolvi dar aos alunos desmotivados algumas razões para continuar estudando e não largar o inglês.

O mercado exige proficiência. Não fui eu que decidi isso, eu li na Você/SA e na Harvard Business Review. Há pouco tempo, era preciso que o funcionário tivesse uma boa base de inglês, fosse capaz de ler alguma coisa na área específica do trabalho dele etc. Hoje isso já não é suficiente, as empresas precisam de gente que fale inglês, que seja capaz de compreender e se fazer compreender, com clareza e em linguagem apropriada aos negócios, em qualquer situação. Por isso, se você começou a estudar para se dar bem na sua carreira, não pare em um nível mediano, porque não vai adiantar nada.

Abandonar os estudos é desperdício de dinheiro. Você fez um investimento considerável até agora nos seus estudos de inglês, levando em conta o pagamento do professor ou a mensalidade do curso, os livros injustificadamente caros, o custo de dedicar o tempo aos estudos, ao invés de trabalhar, descansar ou estar com a sua família. Se você abandonar o inglês, especialmente se estiver num nível intermediário ou mais básico, você vai esquecer o que aprendeu por falta de prática e estudo. Além disso, um nível médio de inglês não vai ajudar você a conseguir um emprego melhor ou uma promoção. Por isso, continue estudando!

Múltiplos inícios desmotivam. Toda vez que você precisa voltar a estudar, você vai precisar dar um passo pra trás e rever o que já foi estudado. Se você toda vez só vai até certo ponto e já estudou a mesma coisa duas ou três vezes, você vai achar que inglês é chato e que faz melhor em largar o curso e usar o tempo para terminar a trilogia do Cinquenta tons de cinza. Mas mais cedo ou mais tarde o motivo que fez você começar a estudar inglês vai surgir novamente e você vai ter que recomeçar. Por isso, não pare, desafie-se a chegar mais longe do que já chegou antes. Pense em tudo que você tem a perder se parar e tenha em mente que inglês não é chato, e quando você chegar em um nível mais avançadinho e perceber como seu mundo expandiu, você vai concordar comigo.

Se você está desmotivado, é possível que seu curso não seja adequado para você. Ao invés de deixar de estudar, considere trocar de curso e venha fazer inglês particular com a teacher Teresa. Com aulas particulares de inglês, você tem um acompanhamento personalizado, com atenção integral da professora, que pode seguir seu ritmo e tocar a aula mais rápido, diminuindo o tédio no curso, ou mais devagar, solucionando os problemas que sempre atrapalharam seu aprendizado.

Mantenha-se motivado! Não pare de estudar inglês e saiba que você vai aprender, é só uma questão de tempo e dedicação.

domingo, 10 de março de 2013

TOEFL - O que é para quem serve?

Para se dar bem no TOEFL, prepare-se com dedicação e tempo

O TOEFL é provavelmente o certificado mais conhecido dos estudantes de inglês, por isso vou falar dele primeiro.

O TOEFL é desenvolvido e aplicado por uma instituição americana chamada ETS (Educational Testing Service). É ela também que desenvolve e aplica o TOEIC, conhecido das pessoas no mundo corporativo. A diferença entre esses dois exames é que o TOEFL é mais voltado para as habilidades linguísticas necessárias para a vida acadêmica, enquanto o TOEIC é um teste de habilidades linguísticas cotidianas e voltado para pessoas que trabalham em ambientes internacionais.

TOEFL -- Test of English as a Foreign Language
TOEIC -- Test of English for International Communication

O TOEFL é utilizado para certificar o nível de inglês do candidato em processos de concessão de vistos e de admissão em universidades e escolas. Ele é desenhado para avaliar a capacidade do candidato em lidar com o inglês que ele vai encontrar no ambiente do ensino superior. Grande parte das questões do teste, inclusive, têm a vida universitária como tema, envolvendo conversas sobre o bandejão, comunicados sobre o xerox e a biblioteca, palestras, aulas etc.

Não há nota para "passar" no TOEFL. Ele simplesmente vai avaliar seu nível atribuindo a você uma nota entre 0 e 120. São as agências de concessão de vistos e as instituições de ensino que vão estabelecer a nota mínima requerida. A Universidade de Harvard é a que exige a nota mais alta, 109 pontos. Yale, outra ivy league famosa, exige 100 pontos. A UCLA e Berkley, na costa Oeste, exigem respectivamente 87 e 68 pontos, no mínimo.

Relação entre as notas do TOEFL e os níveis do CEFR

Você vai saber se precisa fazer o TOEFL e qual a pontuação que precisa alcançar informando-se sobre o processo de admissão da universidade em que você quer estudar ou lendo sobre os requisitos de concessão do visto que você quer obter.

O TOEFL tem duração de dois anos, ou seja, se você fizer a prova agora, mas candidatar-se a uma instituição americana apenas no final da faculdade, daqui a quatro anos, por exemplo, você vai precisar fazer outro TOEFL. Isto é para garantir que o nível de inglês avaliado não tenha mudado, porque, como muito aluno sabe, é perfeitamente possível sua habilidade em inglês declinar por falta de prática e estudo.

O TOEFL não é um exame particularmente difícil, mas ele é muito específico e - por que não dizer? - um pouco chato. Se o candidato tiver uma boa base de inglês e se preparar com dedicação e tempo para o exame, não vai ter problema nenhum. Mas para o TOEFL, infelizmente, não basta saber inglês, é preciso treinar os modelos de questões do teste para saber o que fazer na hora do exame, que estabelece limites de tempo rígidos para a resolução de cada questão.

Em Fortaleza, a Unifor é um centro de aplicação do TOEFL iBT (Internet-Based Test, ou seja, um TOEFL que você faz no computador). Para saber quais são as datas de aplicação do exame, você pode entrar em contato com o escritório da Education USA na Unifor.

Como o TOEFL é um exame que exige que se conheça bem o formato das questões, quanto mais você se informar a respeito do exame, melhor. Visite o site do TOEFL e aproveite para exercitar seu reading. ;-)

domingo, 3 de março de 2013

Como se preparar para uma apresentação oral em inglês

Aproveite a oportunidade da oral presentation para praticar seu inglês e
esteja sempre bem preparado para falar com aulas de inglês particulares
em Fortaleza

O dia da apresentação oral é um terror para 90% dos alunos de inglês. Essa é uma tarefa em que o aluno tem que se expôr a todos os colegas, usando uma língua que ele não domina bem, enquanto, ainda por cima, está sendo avaliado pelo professor. Eu também já estive nessa situação e, believe me, eu sei que não é fácil.

Por outro lado, a ansiedade maior de 90% dos alunos é falar inglês e, para aprender a fazer isso, só tem um jeito: falando! É por isso que seu professor pede pra você fazer a apresentação oral, não por sadismo, nem especificamente pra ele poder avaliar seu speaking, mas pra você ter uma chance de falar inglês ininterruptamente, independentemente, sobre um assunto pré-preparado (essa parte é pra facilitar sua vida, pode acreditar!).

Mas poucos professores (na minha vida de aprendiz de línguas, nenhum) se lembram de explicar o que exatamente esperam do aluno na apresentação oral e também não ensinam como preparar as infames presentations. Aqui vão algumas dicas que eu aprendi da pior forma: vendo uma colega de sala dar uma apresentação oral perfeita logo depois de eu ter feito a apresentação mais confusa da minha vida (até hoje eu me arrepio pensando em como eu fiz papel de boba na frente de 20 estranhos do mundo inteiro, com uma apresentação mal preparada).

Keep it simple
O melhor conselho que eu posso te dar para suas oral presentations é keep it simple! Ou seja, tente manter as coisas o mais simples possível, evitando exageros ou floreios, que só vão te proporcionar mais oportunidades de errar.

Passo 1. Definir um tema
Se o professor já não tiver te dado um tema, procure um com o qual você se identifica. É melhor falar sobre algo que você gosta e conhece porque faz você se sentir mais seguro na hora de apresentar-se na frente dos colegas.
Aqui também vale a máxima keep it simple. Procure um tema limitado, ou limite o tema dado pelo professor. Por exemplo, é mais fácil fazer uma presentation sobre "biblioteca" do que sobre "literatura francesa". Se o professor, por exemplo, pediu pra você falar sobre a Austrália, é melhor limitar o assunto para "aborígenes" ou "Canberra" que falar da geografia, história e cultura australianas.

Passo 2. Pesquisar vocabulário
Tendo em mente o seu tema, faça uma lista de palavras-chave para usar na apresentação (se você conseguir ensinar vocabulário para seus colegas, seu professor vai amar!). Mais uma vez, keep it simple. Não adianta fazer uma lista enorme, que você vai certamente esquecer no meio da apresentação. Escolha meia dúzia de palavras. Isso mesmo, seis. Vale mais a qualidade que a quantidade.
Para o tema "animais de estimação", por exemplo, você pode procurar as palavras "cachorro", "gato", "latir", "miar", "lamber", "rabo", "pelo" e "patas". (Estou pensando em uma apresentação para níveis mais iniciantes. Se você já é mais avançado um pouquinho, siga os mesmos passos e o mesmo princípio - keep it simple - e adapte para o nível da sua turma.)

Passo 3. Preparar frases prontas
Quando você está na frente da sala, estando nervoso ou nem tanto, é possível que você tenha momentos de "branco", quando você esquece qual a próxima coisa que ia dizer ou como falar alguma coisa em inglês. Para evitar constrangimentos - e ficar mais nervoso ainda - prepare uma lista de go-to sentences, ou seja, uma listinha de frases prontas que você pode usar enquanto ganha tempo para se acalmar e lembrar o que você ia dizer. Use palavras da sua lista de vocabulário nas frases.
Para máxima eficiência, seria bacana se cada frase valesse como "subtítulo" da sua apresentação, te lembrando do próximo "parágrafo" da sua fala.
Outra vez, keep it simple: frases simples e estrutura de apresentação simples. Escolha apenas três sou quatro. No meu exemplo "animais de estimação", as frases poderiam ser:

I like cats but I prefer dogs.
My dog likes to bark and to walk on the park.
My cousin's cat has beautiful white and yelow hair.
Dogs wag their tails when they're happy.

E coisas do tipo. Pratique as frases para que elas sejam um porto seguro, um momento de calma. Não deixe que elas virem mais uma informação que vai te dar trabalho para lembrar. Se você não tem certeza se as frases estão corretas ou como pronunciar alguma palavra, cheque com seu professor antes da data da apresentação.

Então é isso, da próxima vez que seu professor pedir uma oral presentation, não sofra: esteja bem preparado, lembre de respirar e have fun!

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Como escolher o certificado certo - Entendendo seu nível de inglês

Descubra seu nível de inglês e continue seus estudos
com professora particular em Fortaleza

Qual é seu nível de inglês?

Essa é uma pergunta difícil de responder. Alguns alunos usam as referências da própria escola - eu estou no nível básico, no pré-intermediário, no ultra-avançado -, mas essas nem sempre são confiáveis. Algumas más escolas colocam nomes irreais em cada "nível" de inglês para dar ao aluno uma falsa impressão de evolução e mantê-lo satisfeito e matriculado. Mas mesmo em boas escolas, nem todos os alunos em uma mesma sala têm a mesma performance em inglês. Se você frequenta aulas em uma sala com mais de três alunos, você sabe disso.

Não só isso, mas a experiência do aluno em cada tipo de habilidade (speaking, listening, writing e reading) também determina sua desenvoltura quando cada uma delas está sendo testada. Um aluno que goste muito de ver TV americana (como os que cresceram já na época da TV a cabo) tem muito mais experiência com listening do que outro que não suporte os famosos seriados. Outro pode ter mais experiência com o writing porque tem que trabalhar redigindo relatórios e protocolos em inglês. Eu mesma consigo ler qualquer texto de ficção em espanhol, mas sou incapaz de me informar sobre o ponto de ônibus mais próximo em Buenos Aires (uso o inglês and it always works ;-)).

Qual é, de fato, seu nível de inglês? Essa pergunta é fundamental para decidir qual certificado escolher.

Para responder essa difícil pergunta, foi elaborado um quadro de referência geral das habilidades em inglês chamado Common European Framework Reference for Languages (aka, CEF). Nele, as habilidades foram descritas, elaboradas, e você pode ler e descobrir qual nível mais se aplica a você.



O CEF tem uma divisão de apenas três grupos de níveis (A, B e C), subdivididos em seis níveis: A1, A2, B1, B2, C1 e C2, e eles não chamam "básico, intermediário e avançado", como você está acostumado, mas descrevem o aprendiz como "Basic User of English" (Level A), "Independent User of English" (Level B) e "Proficient User of English" (Level C), que são descrições bem mais úteis para o aluno entender sua própria posição na jornada do aprendizado da língua estrangeira.

Para cada nível de inglês há certificados, do A1 ao C2, que se multiplicam dependendo do objetivo da pessoa que faz o exame: trabalhar ou estudar no exterior, obter um visto, comprovar seu conhecimento de inglês no currículo, tornar-se professor de inglês como língua estrangeira etc. Por exemplo, para a Cambridge-ESOL, que é uma das mais conhecidas aplicadoras de exames de inglês, a relação entre o nível do aluno e o certificado a que ele deve se candidatar está expressa no quadro abaixo.


Se você achou que o Common European Framework pode ser útil para você conhecer melhor seu próprio nível de inglês, dê uma olhada no quadro de autoavaliação (para download), que é mais desenvolvido que o resumo apresentado acima. Aqui você encontra (para download também) o quadro em português. (Porque Portugal faz parte da Europa, certo? Portanto, entra na referência comum.)

O site da Cambrisge-ESOL também disponibiliza um testinho online para você descobrir qual é seu nível de inglês, aqui.

Seja qual for seu nível de inglês, continue seus estudos ou prepara-se para o exame que você quer fazer com a teacher Teresa, em Fortaleza.


TODOS OS POSTS SOBRE EXAMES E CERTIFICADOS


domingo, 17 de fevereiro de 2013

Word of the day - The Merriam-Webster cool dictionary

Know your words sticking to your advanced studies
with a private English teacher

Being an advanced student means that you have reached a point in which English is fun to you, and though sometimes to keep studying, attending classes, and doing homework may seem dull, advanced learners are very often surprised by discoveries that are so cool or clarifying that it just about makes their day.

This happens to me very often, hearing some foreigner speak, reading, or simply watching my favorite show on TV (Law & Order - I'm a total L&O junkie). I recently learned the expression "imitation crab meat" (on L&O Criminal Intent, it just so happens), and to that day I never knew kani kama was supposed to taste like crab meat. It was fairly amusing.

Sometimes it happens the other way around. You come upon a word that you don't understand and either you don't feel like going to a dictionary or you do and it doens't help, and the word keeps bugging you for weeks, months... until you finally get it. Like I used to see the adjective "whimsical" and its adverb "whimsically" all the time on Jane Austen and didn't quite get it, no matter how many times I read my Longman. Until one day I finally grasped it, by really understanding "whim", in context, in a sentence from Emma. It is rewarding when it happens.

One great place to find definitions for words you just don't fully understand is the Merriam-Webster dictionary. (This is not a learner's dictionary, though there is a link to the learner's version available. This is another victory of becoming an advanced student: you get to sometimes leave the learner's dictionaries behind - remember how proud you were when you graduated to the monolingual dictionaries? - and use a real life English dictionary.) The Merriam-Webster is one of the very best dictionaries available in English. And their website it's awfully cool too.

You can find great whimsical words at the "word of the day" feature. Everyday they put an interesting new word as the word of the day. They're often words which make you go "what do ya know!". I love it.

You can subscribe to get the word of the day on you email at the bottom of the page, or just check it out everytime you feel like it on the Merriam-Webster website.

There is also a podcast available for the word of the day so you can train your listening as well (cherry on top!).

And if you are looking for a teacher that can guide you through your advanced studies in English, here in Fortaleza, contact me!

domingo, 10 de fevereiro de 2013

TOEFL, FCE, Business English... Como escolher o certificado certo?

Prepare-se para os exames de certificação em inglês
com a teacher Teresa, em Fortaleza.

A partir de hoje, vou fazer uma série de posts sobre como escolher o certificado mais apropriado pra você. Os posts serão publicados sob a tag "Exames e certificados".

Existem muitíssimos certificados de inglês no mercado, e cada um tem uma finalidade diferente - te habilitar a estudar em uma escola americana ou certificar que você conhece inglês específico para uma determinada área, como Direito ou finanças, entre muitos outros objetivos. Além disso existem exames para certificar diferentes níveis de inglês, além de certificados em que você "passa" e outros que simplesmente te dão uma nota de avaliação global.

Preparar-se para fazer um exame de inglês leva tempo e disposição e pode sair bastante caro, entre os custos do próprio exame, das aulas e dos livros preparatórios. Por isso é importante escolher bem qual o certificado mais indicado pra você, pois você não quer estudar um monte, gastar um dinheiro e se estressar com uma prova só para, depois, descobrir que o certificado não atende a suas necessidades.

Para decidir qual exame fazer, é necessário levar em conta o objetivo do aluno com a obtenção de um certificado e qual o nível de inglês do aluno. Você não precisa ser fluente e ás da gramática para tirar seu primeiro certificado, há um certificado para cada nível e eles podem, inclusive, servir para marcar seu avanço no domínio do inglês e comemorar o cumprimento de mais uma etapa nessa jornada.

Fiquem atentos então aos posts com o marcador "Exames e certificados" para orientar-se na busca do certificado do inglês que você tanto se esforçou para aprender!

Prepare-se para os exames aqui em Fortaleza, com preço bacana e professora altamente qualificada,  teacher Teresa!

TODOS OS POSTS SOBRE EXAMES E CERTIFICADOS


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

International English

Melhore sua pronúncia para ser entendido no mundo inteiro
com aulas particulares de inglês em Fortaleza.

Frequentemente os alunos me perguntam se eu falo o inglês britânico ou o inglês americano. Cada um tem suas preferências e querem um professor que combine com suas expectativas. No entanto, quando me fazem essa pergunta, eles têm que ouvir a resposta abaixo:

Quando aprendemos inglês como língua estrangeira, ou seja, aqui no Brasil, precisamos ter claro que a maior parte do tempo não vamos usar o inglês para falar com americanos ou ingleses. A maior parte do tempo vamos usar o inglês como língua franca, ou seja, para nos comunicar com outras pessoas que também falam inglês como língua estrangeira. Vamos falar com alemães, japoneses, africanos de diferentes países, russo e muitos, mas muitos indianos e chineses.

Assim, é importante ser capaz de entendê-los apesar de seu sotaque e de se fazer entender apesar do nosso. O segredo da comunicação clara é a boa pronúncia. Não importa o sotaque que você aprendeu a usar com seu professor ou que você tenha pelo fato de você ser brasileiro, o importante é que sua pronúncia seja clara, para que seu interlocutor entenda qual é a palavra que você está lhe dizendo.

Além disso, aprendizes recentes de línguas estrangeiras têm pouca capacidade para ouvir sotaque.Nós ficamos concentrados demais em ouvir a palavra e não temos sensibilidade e experiência suficientes para flagrar os sons característicos de cada variedade regional da língua. Eu sei porque faz pouco tempo que estudo francês e não sou capaz de entender se um falante nativo é francês, argelino ou canadense. Mas sempre compreendo a resposta quando pergunto "que horas são" (risos).

Não se preocupe, portanto, se o sotaque do seu professor é de um lugar ou de outro. Preocupe-se se ele é um bom professor e se tem bastante experiência com a língua para ser capaz de identificar a diferença entre o que é sotaque e o que é pronúncia, para que ele possa te ensinar um inglês que vai funcionar tanto para pedir salmão em Londres quanto para discutir as especificações do produto com a matriz japonesa ou alemã.

Para aprender um inglês de pronúncia eficaz, aqui mesmo em Fortaleza, entre em contato com a teacher Teresa!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

O que é fluência?

Alcance a fluência estudando com a teacher Teresa, aqui mesmo em Fortaleza!


O grande desejo dos alunos de qualquer língua estrangeira é ser fluente. O aluno se visualiza usando, no nosso caso, o inglês sem problemas, conversando, fazendo piadas em inglês, dando risada. Se visualiza em uma reunião de trabalho importante dizendo muitas coisas sérias em inglês, ouvindo os outros sem nenhuma preocupação que não seja o conteúdo do que a outra pessoa está dizendo, quase esquecendo que está usando uma língua que não é a sua nativa.

Mas depois de algum tempo estudando inglês, é inevitável. Surge a questão o que é ser fluente? E, mais importante, como faço para chegar lá?

Nem todo mundo, entre professores e falantes de inglês como língua estrangeira, concorda sobre o que seja ser fluente. O aluno, geralmente, quando se imagina falando inglês fluentemente, espera que isso seja uma comunicação perfeita, sem erros. Na minha opinião, a fluência é sim uma comunicação perfeita, mas isso não tem muito a ver com ser livre de erros.

É preciso parar para pensar qual é o propósito, o objetivo de falar inglês. Quando você passa todo aquele tempo estudando, o que você quer, qual os resultados que almeja, com isso? Provavelmente seu objetivo não é dominar a conjugação de todos os tempos verbais e conhecer todos os pretéritos irregulares. O que você deseja mesmo é ser entendido ao falar, entender o que os outros dizem, escrever textos eficazes e conseguir ler o que você quiser, de Shakespeare à revista de fofoca gringa superbacana.

A comunicação é perfeita, portanto, quando essas coisas acontecem. Para mim, a verdadeira fluência está em ser capaz de expressar todas as suas opiniões e sentimentos, em apresentar um raciocínio em língua estrangeira, em conseguir fazer piadas e entendê-las todas também. A fluência é aquele momento do aprendizado em que a pessoa consegue usar a língua focando apenas no que está sendo dito, sem se preocupar constantemente com como falar inglês.

Alguns erros acontecem quando se está usando inglês fluentemente. É normal. Não pode, é claro, haver muitos erros, senão a comunicação fica prejudicada. Ou a pessoa simplesmente não entende o que você quis dizer, ou ela para de prestar atenção no que você está dizendo e fica pensando sobre a maneira como você disse aquilo. A fluência acontece quando seu interlocutor consegue superar os erros que você comete, e você consegue compensar as falhas no seu entendimento para que haja uma conversa de verdade.

Pelo fato de que a fluência pode-se dar mesmo com erros e falhas é que – e isso muito aluno não sabe – existe ainda muito estudo depois do ponto da fluência. A boa notícia é que a partir desse ponto o inglês começa a ficar realmente divertido. Depois da fluência, a gente estuda para alcançar a proficiência, mas isso é tema para outro post.

Aulas para alcançar a fluência ou para continuar seus estudos no inglês mesmo depois dela, em Fortaleza, é com a teacher Teresa!