Caros,
Não estou mais trabalhando em Fortaleza.
Mas atendo pelo internet, com aulas à distância.
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domingo, 24 de março de 2013

Food blogs

Redescubra seus interesses lendo blogs em inglês
para falar inglês melhor sem perceber que está estudando

É minha firme e experimentada opinião que o aprendizado de língua estrangeira está diretamente relacionado ao tempo de exposição do aluno à língua. Isso significa que quanto mais tempo você passar em contato com o inglês, melhor e mais rápido você vai aprender.

Comigo, a exposição crítica foi em horas de leitura de ficção americana. Romance, novela, contos, poesia e teatro, I've read it all, compulsivamente. Mas sejamos realistas, ler livros é o passatempo preferido de muito pouca gente. Mas há outras coisas para ler e, se você está aqui, é provável que a gente tenha em comum o gosto pela leitura de blogs.

Achar um assunto que te interessa e passar um tempo lendo blogs escritos em inglês pode te ajudar muitíssimo com seu aprendizado. Você começa a ter uma compreensão melhor da estrutura das frases em inglês, quando se expõe bastante à leitura, sem precisar estudar gramática, como está acostumado. Além disso, os benefícios para o vocabulário são evidentes.

Para mim, um dos meus assuntos preferidos em blogs é comida. Eu gosto tanto dos blogs gourmets, que fazem aqueles pratos lindos, com ingredientes que eu nunca acho e técnicas que eu não domino, quanto dos do tipo saudável e rápido, que geralmente têm influência direta sobre minha dieta e meu cardápio.

Hoje eu quero dividir com vocês alguns blogs gringos que eu gosto. É uma indicação de o que ler, se você estiver interessado em food blogs, ou um simples encorajamento para você procurar blogs gringos dos assuntos que te interessam para exercitar seu reading.

Uma coisa que eu descobri, blogwalking, foi que entre os food bloggers há dois talentos que precisam ser dominados: preparar o prato e fotografá-lo! Estes blogs todos que eu listei têm fotografias fantásticas. Vale a pena dar uma olhadinha só pelas imagens!

Annie's eats
O Annie's eats é um dos meus blogs preferidos. Ela faz um estilo mom, o que significa que o blog dela é sobre cozinha cotidiana, para manter a família saudável e feliz. Eu não sou uma mom, mas esse estilo homemaker me atrai bastante.

101 cookbooks
O 101 cookbooks me impressionou pelas imagens, que seguem uma linha estética bem definida e dá vontade de ter a cozinha igual! A proposta dele é uma cozinha saudável, que faz minha linha.
(A foto de abertura do post foi tirada desse blog.)

Whipped
O Whipped tem uma proposta muito bacana, que é expandir o paladar na cozinha vegetariana. Eu não sou vegetariana, assim como o Whipped também não é, mas eu como vegetais, e você também, então por que não fazer receitas especiais só com eles?

Martha Stewart
A musa das homemakers, o site dela não é exatamente um blog, nem é apenas sobre comida, mas é um dos meus preferidos.

Ah, um aviso. Os blogs sobre comida estrangeiros servem mais para inspiração do que para copiar as receitas, muitas vezes. Isso porque nem sempre os ingredientes que se encontram lá são fáceis de encontrar aqui (blueberry no Ceará? já é difícil achar strawberry...), os cortes de carne são diferentes, a infinita variedade tipos de creme de leite confunde etc.

Se você já gosta de ler em inglês, mas precisa de ajuda para falar com mais desenvoltura e escrever com mais qualidade, estude inglês em Fortaleza com a teacher Teresa.

domingo, 17 de março de 2013

Mantenha-se motivado e não abandone os estudos de inglês

Mantenha-se motivado para continuar a estudar inglês.
Troque seu curso monótono por uma professora particular!

Saber inglês é um imperativo do marcado de trabalho, todo mundo sabe disso. Entre os adultos, a grande maior parte dos alunos está estudando inglês para melhorar as chances de arrumar um bom emprego, conseguir uma promoção ou por "encorajamento" do empregador (existem empresas que precisam tanto que a equipe fale inglês que estão dispostas a pagar pelo curso do funcionário - mas não é uma gentileza, é uma exigência, e os alunos nessa situação têm que aprender ou encontrar outro trabalho).

Por isso você começou a estudar inglês. Umas cinco vezes.
Mas ir para o curso uma ou duas vezes por semana, fazer a lição de casa, preocupar-se com provas, entender que diabo é um advérbio e coisas assim acabam desmotivando o aluno, que desiste e resolve empregar melhor o tempo da aula de inglês para ir à academia, ou ao bar.

Eu não vou mentir pra vocês, aprender inglês é hard work, trabalho duro, ou pelo menos alguns dias parece ser. Por isso, resolvi dar aos alunos desmotivados algumas razões para continuar estudando e não largar o inglês.

O mercado exige proficiência. Não fui eu que decidi isso, eu li na Você/SA e na Harvard Business Review. Há pouco tempo, era preciso que o funcionário tivesse uma boa base de inglês, fosse capaz de ler alguma coisa na área específica do trabalho dele etc. Hoje isso já não é suficiente, as empresas precisam de gente que fale inglês, que seja capaz de compreender e se fazer compreender, com clareza e em linguagem apropriada aos negócios, em qualquer situação. Por isso, se você começou a estudar para se dar bem na sua carreira, não pare em um nível mediano, porque não vai adiantar nada.

Abandonar os estudos é desperdício de dinheiro. Você fez um investimento considerável até agora nos seus estudos de inglês, levando em conta o pagamento do professor ou a mensalidade do curso, os livros injustificadamente caros, o custo de dedicar o tempo aos estudos, ao invés de trabalhar, descansar ou estar com a sua família. Se você abandonar o inglês, especialmente se estiver num nível intermediário ou mais básico, você vai esquecer o que aprendeu por falta de prática e estudo. Além disso, um nível médio de inglês não vai ajudar você a conseguir um emprego melhor ou uma promoção. Por isso, continue estudando!

Múltiplos inícios desmotivam. Toda vez que você precisa voltar a estudar, você vai precisar dar um passo pra trás e rever o que já foi estudado. Se você toda vez só vai até certo ponto e já estudou a mesma coisa duas ou três vezes, você vai achar que inglês é chato e que faz melhor em largar o curso e usar o tempo para terminar a trilogia do Cinquenta tons de cinza. Mas mais cedo ou mais tarde o motivo que fez você começar a estudar inglês vai surgir novamente e você vai ter que recomeçar. Por isso, não pare, desafie-se a chegar mais longe do que já chegou antes. Pense em tudo que você tem a perder se parar e tenha em mente que inglês não é chato, e quando você chegar em um nível mais avançadinho e perceber como seu mundo expandiu, você vai concordar comigo.

Se você está desmotivado, é possível que seu curso não seja adequado para você. Ao invés de deixar de estudar, considere trocar de curso e venha fazer inglês particular com a teacher Teresa. Com aulas particulares de inglês, você tem um acompanhamento personalizado, com atenção integral da professora, que pode seguir seu ritmo e tocar a aula mais rápido, diminuindo o tédio no curso, ou mais devagar, solucionando os problemas que sempre atrapalharam seu aprendizado.

Mantenha-se motivado! Não pare de estudar inglês e saiba que você vai aprender, é só uma questão de tempo e dedicação.

domingo, 10 de março de 2013

TOEFL - O que é para quem serve?

Para se dar bem no TOEFL, prepare-se com dedicação e tempo

O TOEFL é provavelmente o certificado mais conhecido dos estudantes de inglês, por isso vou falar dele primeiro.

O TOEFL é desenvolvido e aplicado por uma instituição americana chamada ETS (Educational Testing Service). É ela também que desenvolve e aplica o TOEIC, conhecido das pessoas no mundo corporativo. A diferença entre esses dois exames é que o TOEFL é mais voltado para as habilidades linguísticas necessárias para a vida acadêmica, enquanto o TOEIC é um teste de habilidades linguísticas cotidianas e voltado para pessoas que trabalham em ambientes internacionais.

TOEFL -- Test of English as a Foreign Language
TOEIC -- Test of English for International Communication

O TOEFL é utilizado para certificar o nível de inglês do candidato em processos de concessão de vistos e de admissão em universidades e escolas. Ele é desenhado para avaliar a capacidade do candidato em lidar com o inglês que ele vai encontrar no ambiente do ensino superior. Grande parte das questões do teste, inclusive, têm a vida universitária como tema, envolvendo conversas sobre o bandejão, comunicados sobre o xerox e a biblioteca, palestras, aulas etc.

Não há nota para "passar" no TOEFL. Ele simplesmente vai avaliar seu nível atribuindo a você uma nota entre 0 e 120. São as agências de concessão de vistos e as instituições de ensino que vão estabelecer a nota mínima requerida. A Universidade de Harvard é a que exige a nota mais alta, 109 pontos. Yale, outra ivy league famosa, exige 100 pontos. A UCLA e Berkley, na costa Oeste, exigem respectivamente 87 e 68 pontos, no mínimo.

Relação entre as notas do TOEFL e os níveis do CEFR

Você vai saber se precisa fazer o TOEFL e qual a pontuação que precisa alcançar informando-se sobre o processo de admissão da universidade em que você quer estudar ou lendo sobre os requisitos de concessão do visto que você quer obter.

O TOEFL tem duração de dois anos, ou seja, se você fizer a prova agora, mas candidatar-se a uma instituição americana apenas no final da faculdade, daqui a quatro anos, por exemplo, você vai precisar fazer outro TOEFL. Isto é para garantir que o nível de inglês avaliado não tenha mudado, porque, como muito aluno sabe, é perfeitamente possível sua habilidade em inglês declinar por falta de prática e estudo.

O TOEFL não é um exame particularmente difícil, mas ele é muito específico e - por que não dizer? - um pouco chato. Se o candidato tiver uma boa base de inglês e se preparar com dedicação e tempo para o exame, não vai ter problema nenhum. Mas para o TOEFL, infelizmente, não basta saber inglês, é preciso treinar os modelos de questões do teste para saber o que fazer na hora do exame, que estabelece limites de tempo rígidos para a resolução de cada questão.

Em Fortaleza, a Unifor é um centro de aplicação do TOEFL iBT (Internet-Based Test, ou seja, um TOEFL que você faz no computador). Para saber quais são as datas de aplicação do exame, você pode entrar em contato com o escritório da Education USA na Unifor.

Como o TOEFL é um exame que exige que se conheça bem o formato das questões, quanto mais você se informar a respeito do exame, melhor. Visite o site do TOEFL e aproveite para exercitar seu reading. ;-)

domingo, 3 de março de 2013

Como se preparar para uma apresentação oral em inglês

Aproveite a oportunidade da oral presentation para praticar seu inglês e
esteja sempre bem preparado para falar com aulas de inglês particulares
em Fortaleza

O dia da apresentação oral é um terror para 90% dos alunos de inglês. Essa é uma tarefa em que o aluno tem que se expôr a todos os colegas, usando uma língua que ele não domina bem, enquanto, ainda por cima, está sendo avaliado pelo professor. Eu também já estive nessa situação e, believe me, eu sei que não é fácil.

Por outro lado, a ansiedade maior de 90% dos alunos é falar inglês e, para aprender a fazer isso, só tem um jeito: falando! É por isso que seu professor pede pra você fazer a apresentação oral, não por sadismo, nem especificamente pra ele poder avaliar seu speaking, mas pra você ter uma chance de falar inglês ininterruptamente, independentemente, sobre um assunto pré-preparado (essa parte é pra facilitar sua vida, pode acreditar!).

Mas poucos professores (na minha vida de aprendiz de línguas, nenhum) se lembram de explicar o que exatamente esperam do aluno na apresentação oral e também não ensinam como preparar as infames presentations. Aqui vão algumas dicas que eu aprendi da pior forma: vendo uma colega de sala dar uma apresentação oral perfeita logo depois de eu ter feito a apresentação mais confusa da minha vida (até hoje eu me arrepio pensando em como eu fiz papel de boba na frente de 20 estranhos do mundo inteiro, com uma apresentação mal preparada).

Keep it simple
O melhor conselho que eu posso te dar para suas oral presentations é keep it simple! Ou seja, tente manter as coisas o mais simples possível, evitando exageros ou floreios, que só vão te proporcionar mais oportunidades de errar.

Passo 1. Definir um tema
Se o professor já não tiver te dado um tema, procure um com o qual você se identifica. É melhor falar sobre algo que você gosta e conhece porque faz você se sentir mais seguro na hora de apresentar-se na frente dos colegas.
Aqui também vale a máxima keep it simple. Procure um tema limitado, ou limite o tema dado pelo professor. Por exemplo, é mais fácil fazer uma presentation sobre "biblioteca" do que sobre "literatura francesa". Se o professor, por exemplo, pediu pra você falar sobre a Austrália, é melhor limitar o assunto para "aborígenes" ou "Canberra" que falar da geografia, história e cultura australianas.

Passo 2. Pesquisar vocabulário
Tendo em mente o seu tema, faça uma lista de palavras-chave para usar na apresentação (se você conseguir ensinar vocabulário para seus colegas, seu professor vai amar!). Mais uma vez, keep it simple. Não adianta fazer uma lista enorme, que você vai certamente esquecer no meio da apresentação. Escolha meia dúzia de palavras. Isso mesmo, seis. Vale mais a qualidade que a quantidade.
Para o tema "animais de estimação", por exemplo, você pode procurar as palavras "cachorro", "gato", "latir", "miar", "lamber", "rabo", "pelo" e "patas". (Estou pensando em uma apresentação para níveis mais iniciantes. Se você já é mais avançado um pouquinho, siga os mesmos passos e o mesmo princípio - keep it simple - e adapte para o nível da sua turma.)

Passo 3. Preparar frases prontas
Quando você está na frente da sala, estando nervoso ou nem tanto, é possível que você tenha momentos de "branco", quando você esquece qual a próxima coisa que ia dizer ou como falar alguma coisa em inglês. Para evitar constrangimentos - e ficar mais nervoso ainda - prepare uma lista de go-to sentences, ou seja, uma listinha de frases prontas que você pode usar enquanto ganha tempo para se acalmar e lembrar o que você ia dizer. Use palavras da sua lista de vocabulário nas frases.
Para máxima eficiência, seria bacana se cada frase valesse como "subtítulo" da sua apresentação, te lembrando do próximo "parágrafo" da sua fala.
Outra vez, keep it simple: frases simples e estrutura de apresentação simples. Escolha apenas três sou quatro. No meu exemplo "animais de estimação", as frases poderiam ser:

I like cats but I prefer dogs.
My dog likes to bark and to walk on the park.
My cousin's cat has beautiful white and yelow hair.
Dogs wag their tails when they're happy.

E coisas do tipo. Pratique as frases para que elas sejam um porto seguro, um momento de calma. Não deixe que elas virem mais uma informação que vai te dar trabalho para lembrar. Se você não tem certeza se as frases estão corretas ou como pronunciar alguma palavra, cheque com seu professor antes da data da apresentação.

Então é isso, da próxima vez que seu professor pedir uma oral presentation, não sofra: esteja bem preparado, lembre de respirar e have fun!