Caros,
Não estou mais trabalhando em Fortaleza.
Mas atendo pelo internet, com aulas à distância.
Entrem em contato pelo email teresapontocom@gmail.com ou pelo nome Skype teresapontocom!


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Enjoying English - Silly jokes

I am not usually one to reproduce material I find on te Internet, but a friend of mine sent me these jokes as a gift for my birthday (I would really rather get a Play Station...) and I laughed really, really hard. Partly because they are as silly as can be.

Here, for the advanced students who have finished their homework: time to have some fun out of English! Hooray!



segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Escrever redações: sobre autoconhecimento e aprendizado

Parece óbvio mas não é: reler o texto pelo menos uma vez é fundamental
para a boa qualidade do seu texto e para seu aprendizado.

Esses dias eu estava dando aula para um grupo grande de adolescentes, de várias idades, no segundo ano de estudo de inglês e eles precisavam me entregar uma redação em inglês. O tema era um tema genérico, do livro deles mesmo, simples, e os alunos não estavam treinando para nenhum exame específico - era só uma redação "de rotina".

Mas a habilidade de escrever, em qualquer língua, na materna ou na estrangeira, é largamente taken for granted na nossa cultura escolar e, como eu faço dobradinha como professora e revisora de textos - ou seja, eu trabalho com os dois lados do problema da produção de texto -, eu não posso, me recuso, não consigo deixar passar uma oportunidade de trabalhar habilidades de escrita.

Pedir para um aluno em idade escolar "me escreva um texto sobre tal e tal e me traga semana que vem porque vale nota" não trabalha habilidade nenhuma, não tem propósito, é um exercício vazio. O texto sempre tem que ser produzido para atender a um exercício definido e claro, seja ele simples - para alunos que estão começando no general english - ou complexo - para alunos que precisam produzir essays para o IELTS, por exemplo. O aluno ao produzir um texto sempre tem que ter um task que ele tem que completar.

Como minha turma era grande e heterogênea, não tinha muito como tentar operar milagres e eu resolvi focar em uma tarefa - uma só - simples, pequena e objetiva... e que faz um mundo de diferença. Eu enfatizei para os alunos que era importante que eles lessem o texto produzido pelo menos uma vez antes de entregar.

Eu sei que parece besteira, mas, me acreditem, não é. A gente que ganha a vida lendo texto alheio consegue identificar em cinco segundos um texto que foi produzido às pressas e que o autor não releu antes de entregar. É um dos problemas mais frequentes. Talvez eles nunca tenham tido um professor que tenha apontado para eles a necessidade de reler o texto que a gente escreve pra ver se está tudo certo, se as coisas fazem sentido. Eu tive. E meus alunos também.

Especialmente quando a gente está escrevendo em língua estrangeira, em uma língua em que a gente ainda não tem muita segurança, é extremamente necessário reler o texto. Se o aluno for bom mesmo de caneta, mesmo assim a gente sempre deixa passar pequenos erros, a por an, work por works e coisas assim. Mas se a escrita não for o forte do sujeito - e isso é mais a regra que a exceção - então a pessoa pode simplesmente deixar passar frases incabadas, orações sem sujeito, mudanças de assunto no meio da sequência de pensamento.

Quando o aluno de inglês transforma em hábito o exercício de reler o texto produzido, ele passa a se conhecer melhor: ele aprende quais são seus pontos fracos - o que ele deve trabalhar enquanto estiver em momento de estudo e preparação e o que ele deve evitar quando estiver em situação de exame.

Saber quais são nossos pontos fracos em inglês pode nos colocar no controle do nosso aprendizado. Nós sabemos por nós mesmos o que devemos trabalhar, pesquisamos, perguntamos - e superamos a dificuldade. Isso é aprendizado. Essa atitude de tomar responsabilidade sobre o próprio aprendizado é fundamental para que o aluno se torne um falante eficaz de inglês.